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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Balbina: Uma fisgada Mágica!

      Se dizem que de grão em grão se vai a um milhão... eu, sem medo de errar,  digo que de pesca em pesca se vai ao êxtase, é aquele encontro único, pessoal e intransferível ... embora eu pesque há muito tempo, sempre que me deparo com a organização de uma nova viagem, logo de uma nova pesca, é como se tudo fosse novo, porque de fato é, tudo se renova... eu, a minha pescaria, enfim, essa represa também já não é mais a mesma...seguindo sua “existência” branda, morna, melancólica, cenário de um horrível desastre ambiental de anos atrás ... abrigando, entre outros, o majestoso Tucunaré... reinando na sua inigualável e inconfundível maneira peculiar de caçar... protetor, “caseiro”... fielmente alia-se a sua fêmea e reina...esplendoroso!!!!!

A REPRESA

  
A Usina Hidrelétrica de Balbina está localizada no rio Uatumã (Bacia Amazônica), município brasileiro de Presidente Figueiredo, precisamente no distrito de Balbina, no estado do (Amazonas. Cada uma das 5 unidades geradoras tem capacidade de geração de até 55 MW de energia elétrica, totalizando 275 MW.
Inaugurada no final da década de 1980, a usina é citada como um erro histórico por cientistas e gestores pela baixa geração em relação à área alagada, e pelas conseqüências disso. Balbina é apontada como problemática também no que diz respeito à emissão de gases de efeito estufa, considerados causadores do aquecimento global, a liberação de dióxido de carbono e metano é superior à de uma usina térmica de mesmo potencial energético.
E foi justamente esta grande geração de gás metano que deu origem ao segundo desastre ecológico na região. Em 1994 o reservatório foi esvaziado em função de grande pressão dos ambientalistas (como se esvaziar o reservatório pudesse desfazer o erro inicial) e esse ato insano gerou três conseqüências sérias; Primeiro a mortandade de milhões de peixes, incluindo é claro os Tucunarés que naquela época passavam de 5 kg fácil em qualquer pescaria
A segunda conseqüência foi expor todo este gás metano em plena atmosfera. O gás é gerado pela decomposição de matéria orgânica da floresta alagada, que antes do esvaziamento, era contido pelo espelho d’água.
Com isso foi gerada uma equação perigosa, Metano no ar + Madeira e Matéria orgânica abundante + Grande incidência de raios = Combustão.
E foi essa justamente a terceira conseqüência , um grande incêndio que dizimou o que restou de floresta sobrevivente no espelho d’água, gerando uma paisagem ao mesmo tempo bonita e desoladora.
Após esta catástrofe o lago foi cheio novamente e aos poucos os Tucunarés voltaram, mas nunca mais com o tamanho que existiam no passado. Este verdadeiro desastre ecológico nunca foi noticiado ou divulgado no restante do Brasil o que mostra o descaso da época com esta parte nem tão remota assim,

PESCARIA
      Represa de Balbina... aqui fui eu... e dessa vez, de tanto falar das maravilhas do lugar, carreguei comigo, além de toda a minha tralha, mais 9 amigos pescadores e clientes da loja Trairão, apaixonados pela pesca esportiva.  Represa de Balbina, situada à 185 km de Manaus, lugar magnífico, um templo sagrado, onde toda a natureza se torna uma só: homem/natureza – natureza/homem... ao contrário das pousadas de pesca do qual estou acostumado, a Ilha do Jeff, nos proporciona algo inversamente diferente: lá não nos deparamos com ar condicionado, sinal de internet, chuveiro elétrico e televisão. Para muitos, tais “faltas” seria tido como algo negativo. Já para mim, não se trata de falta...porque naquele exato momento em que estou desconectado de todas essas modernidades, vou de encontro ao “sinal” mais cheio de mim mesmo...se trata de uma conexão ímpar, confiável, que não acaba.
      Depois de uma longa viagem chegamos na ilha do Jeff as 4 da manha e com o café se iniciando as 5:30, alguns conseguiram dar um cochilo , já eu, com minha ansiedade fiquei afiando as garatéias esperando o grande momento.
A pesca desta vez foi mais difícil devido as condições do lago estarem adversas , onde era época de lago cheio (setembro) nos deparamos com a represa em um nível atípico ( muito baixo do esperado) com isso percebi que os peixes forrageiros eram presas fáceis para os bocudos tornando-os saciados e  “manhosos” na gíria do pescador.Mesmo assim enfrentamos , com pinchos incansáveis durante os três dias de pesca saíram bons exemplares e algumas aruanãs, em alguns casos nos surpreendemos   com estouros de linha e abertura das garatéias.Acho o tucunaré de balbina, que chega no máximo a 6 kgs,  em sua proporção por peso é um dos mais fortes do Brasil, alguns dizem que é o Açu , mas pertencem a espécie Ciclha Vazolleri . As iscas que mais fizeram sucesso foram as de 8 ate no máximo 12 cm, tendo um destaque especial às de superfície poppers e sticks.
     A pesca era interrompida pelo almoço na ilha do Aderbal, um sujeito muito humilde e hospitaleiro, daqueles amigos que parecem de outras vidas,ótimo cozinheiro e contador de historias Lá era o momento de interação da manha de pesca , cada um com seu caso que, de pescador para pescador, nunca é mentira e se fantasia na mente de quem ouve.
     No meu caso, pegar o peixe propriamente dito em balbina já se tornou secundário de tantos amigos que me acompanham e que formei naquele paraíso. Conselho: Esqueça suas contas , em que lugar seu time de futebol está, o ultimo capitulo da novela e desconecte seu smartfone, pois você esta CONECTADO no meio da selva Amazonica , BALBINA!














DICAS
      
Ao mesmo tempo que o sol é escaldante , sempre há chuvas inconstantes então é bom levar protetor, roupas com proteção UV e capa de chuva. Pela muitas estruturas existentes , a navegação se torna perigosa e sempre é bom ficar de colete salva vidas.Nos arremessos , não se preocupe muito com a margem , pois la, identifiquei que os grandes exemplares gostam de ficar nos troncos maiores em casal perto ou depois do drop. Iscas de barbelas muito longas , jig e shads nao funcionam pois la é relativamente raso e com muita pauleira que é suscetível a enrosco constante.As varas utilizadas são de 12 a 20 lbs e de 5'6 a 6'0 pés equipadas com carretilhas de perfil baixo e linha de 40 lbs com líder de flourcarbono de 40lbs.
   Boas pescarias
   Diogo Pimentel  



sexta-feira, 22 de março de 2013

ITAPARÁ JAN/13


 
   Se eu tivesse que descrever a minha vida em uma única letra, sem dúvida alguma, seria a letra "P". P de Pescador, de Pesca, de Pescaria, de Peixe; P de Paixão, de Passeio, de Prazer; P de Pai, de Proteção, de Parceria; P de Paciência, de Paz. E foi, nesse clima de "Puxa, Precisamos Pescar!" que decidimos, meu pai (Alvaro)e eu, fazer a nossa viagem de férias com destino à Roraima. Aliar a minha paixão pela pescaria com a beleza do lugar e estando na companhia de meu pai, não poderia haver Presente maior para mim!

    Estava precisando tirar uns dias de folga. Em meio a vida corrida e agitada que levamos, nada mais justo e coerente que ausentarmo-nos um pouco do maçante cotidiano que não raro nos devora. Entre algumas opções, Roraima foi o lugar escolhido.Liguei para dois amigos pescadores , Robson ( robinho) e David ( trairinha) que me deram todo o suporte e referencia da pousada, do rio e das tecnicas de pesca , pois tinham experimentados seus pinchos três meses antes do acontecido.Nos acompanharam nessa aventura dois grandes pescadores esportivos Baltazar e Luccas , pai e filho respectivamente. Confesso que eu estava um pouco apreensivo, pois nunca tinha ido para lá. Dizem que o melhor da coisa - de qualquer coisa - é esperar por ela. Posso dizer sem medo de errar que valeu a pena cada segundo ansiosamente esperado.

    A Pescaria

    Roraima é um lugar lindo e de beleza ímpar.  Um fato curioso é que a linha do Equador corta o estado , o que, para mim, foi um privilégio, pois me permitiu pescar, ora no Hesmifério Sul, ora no Hemisfério Norte. Pescamos no rio Itapará, afluente do Rio Branco, onde não há acesso terrestre. Afirmo até o presente momento: é o rio mais lindo que já vi! Em época de seca, várias praias se formam. A água é límpida, transparente e tive, por várias vezes, célebres acompanhantes, tais como Boto e Jacaré Açu. Tamanha é a variedade de fauna e flora do local, um encantamento sem igual.


    Ficamos instalados na Pousada Itapará, com capacidade para acomodar vinte pescadores , com uma equipe receptiva e guias experientes e , principal,  com a exclusividade em ser a única que tem permissão para a prática da pesca no  local. Pesca Esportiva (pescar e soltar). Vale lembrar que o objetivo do pescador esportivo  não é agredir a natureza tampouco transgredir as suas regras e sim se integrar a ela.  
   
    Logo cedo, na saída  do primeiro dia de pesca identifiquei o rio medindo 1,4 metros na frente da pousada ,isso  me informava sinais promissores de encontrar muitos peixes. Nos primeiros pinchos , em fase de adaptação, experimentei diversas iscas e percebi que os peixes estavam ativos na superfície .Entrei em Extasê. Como todo pescador esportivo fissurado, emocionado e persistente logo pensei: HÉLICE NELES!
E assim foi cerca de 90 % dos meus pinchos e confesso , valeu a pena o esforço físico , pois a natureza agressiva do Tucunaré  me proporcionou cenas únicas e impagáveis.
   Durante os cinco dias e meio de pescaria surpresas inusitadas foram acontecendo e , em resumo, pegamos muitos Açús de 5 a 7 kilos , mas era notável a quantidade de pacas de 3 a 5 kilos. Fiquei emocionado e satisfeito em ver meu pai se divertindo nas ressacas do rio no meio dos cardumes. Pescaria Pai e Filho , quase Poética!


      Alvaro
 Diogo
 Luccas

 Meu parceiro em todas as ocasiões.

Baltazar



     Essa conexão com a natureza não só me renova as energias como me faz exercer o que de mais precioso possuímos: o sentir. Sentir é um verbo que se conjuga pra dentro. É pessoal e intransferível. Eu sinto, tu sentes, ele sente... cada um a sua maneira, cada qual ao seu modo.

     Pescar é pra mim como respirar: natural e necessário. Não concebo a vida - a minha vida - sem esse contato direto com a pescaria e com tudo o que a cerca: minha tralha, minhas varas, minhas iscas, meu eu genuíno. Um barco à deriva, assim eu seria caso não pudesse explorar esse mundo submerso repleto de desafios, encantos e revelações. Pesco, logo existo!
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Pesque & Solte SEMPRE

     Muita gente diz que adora viajar, mas depois que volta só recorda das coisas que deram errado. Sendo viajar um convite ao imprevisto, lógico que algumas coisas darão errado, faz parte do pacote. Desde coisas ingratas, como a perda de uma conexão ou ter a mala extraviada, até xaropices menos relevantes, como ficar na última fila da plateia do musical ou um garçom mal-humorado não entender o seu pedido. Ainda assim, é preciso abrir bem os olhos e ver onde se está. Poderia ser pior, não poderia?

      É muito bacana passar um tempo num lugar diferente do qual se está acostumado e adquirir hábitos comuns aos nativos para se sentir mais próximo da cultura local, mas quem pode fazer essas imersões com frequência? Na maior parte das vezes, somos turistas mesmo: estamos com um pé lá e outro cá. Então, estando lá, que nos rendamos ao inesperado, ao sublime, ao belo. Nada adianta levar o corpo pra pescar se a alma não sai de casa.

     Meu pai e eu já estamos Pensando na Próxima!  Olha o "P" aí de novo!

sábado, 2 de junho de 2012

Nova Parceria de Pesca

Muitos anos de pesca passaram-se. Parcerias e amizades foram construídas ao longo do tempo, afinal, pescador está sempre disposto a novas aventuras e amizades quando trata-se de pescaria ou algo relacionado ao esporte que vem crescendo e hoje já é considerado um dos maiores esportes com adeptos no mundo inteiro, principalmente no Japão, EUA, Brasil, etc. Mas, a parceria de pesca que hoje vou relatar aqui é muito mais do que uma "simples" parceria e sim uma prova de admiração, amor e vontade de compartilhar novas experiências com o "parceiro" da vida, de uma vida e de novas aventuras e experiências para que juntos, possamos fazer parte ainda mais um da vida do outro.
Tudo começou pela minha influência com a pesca sobre ela, os contos, as viagens, os dias fora de casa, longe dela e de minha família, dos quais muitos, nem sequer um simples contato para matar a saudades ou dizer que estava tudo bem. Mas pescador que é pescador sabe que por esse mundão a fora, nem sempre conseguimos manter contato com nossa família e pessoas que amamos pela distância e inacessibilidade do local. Coisas assim, que nos distanciam das pessoas, surgem desconfianças ou até mesmo nos aproximam mais delas para que possam participar, juntos, dessas aventuras e corriqueiros finais de semana com peixes na ponta da linha - surge então uma nova parceria. E foi assim que minha namorada Eloá tornou-se adepta a pesca esportiva, numa modalidade bem conhecida por muitos, mas praticada por poucos, onde sua produtividade é grande comparada as outras modalidades (das quais também pratico). O Fly foi a técnica escolhida devido a sua sutileza, produtividade e por ser também uma pesca limpa, ecológica e também "simples" tratando-se de tralhas, iscas e capturas mais frequentes em pesqueiros e rios próximos.
Meus planos começaram no meio da semana entre os dias 13 e 17/05, onde procurando um local especial para levá-la e poder passar o pouco conhecimento que tenho com o Fly, lembrei de um local indicado por amigos onde sua especialidade é unicamente e exclusivamente a pesca de Trutas. Localizado ao lado de Campos do Jordão, o Pesqueiro e Pousada Pesca na Montanha é um lugar mágico, com chalés de alto padrão e qualidade, lagos bem tratados, toda uma infra estrutura e beleza dos quais ela ficaria encantada e satisfeita devido ao seu conforto, além de ser próximo do paraíso do chocolate, Campos! Liguei na pousada para marcar nossa estadia no próximo final de semana e me deparei com o pesqueiro fechado, pois haveria um evento e todo o pesqueiro foi reservado. Uma ducha de água fria!.. mas como eu estava disposto a isso, parti para outro lugar do qual ela também já havia estado e gostado muito devido a sua infraestrutura, o Taquari. Práticas diferentes, peixes diferentes, mas uma proposta legal e mais adequada visto que para seu aprendizado, as tilápias seriam bem mais prestativas com ela, não menosprezando sua voracidade e sua briga prazerosa e satisfatória.
Feita a reserva, os preparativos já estavam a mil. Final de semana chegando e sábado, por volta das 19:00hrs, estávamos nós lá no Taquari em nosso chalé "exclusivo", com pernoite até a tarde do Domingo. Para iniciarmos nossa aventura, não deixando de lado o agrado e o conforto que sempre proporcionamos a elas, improvisei um Fondue de queijo e chocolate, com vinhos tinto e branco, para podermos driblar a fome e o frio, visto que já estamos no Outono e o friozinho em São Roque é de lascar!


Após apreciarmos um "improvisado", mas delicioso Fondue, fomos dormir para no dia seguinte acordarmos cedinho para iniciarmos os arremessos.
Dia amanhecendo e nós dormindo.. 


Dia amanhecido e nós adivinhem? Dormindo.. Café da manhã quase sendo retirado do salão principal e nós? Descendo para o café..ahaha.. 


As 10:00hrs da manhã chegamos ao café. Tomamos um café reforçado, ou melhor, ela tomou um café reforçado...


..e logo em seguida, vamos ao que nos espera. O Lago!


Chegando as margens do Lago, preparamos as varas e logo em seguida iniciamos os ensinamentos e a colocar as técnicas em prática. Com poucos minutos ela já estava "soltando" a linha na água como quem já tivesse algum conhecimento com a modalidade. Os "Roll Castings" começaram a sair e a isca cada vez mais em cima das bolhas que as famintas Tilápias faziam na flor d'água devido as rações da ceva. Mas, como o intuito era passar as técnicas a ela, tivemos que mudar nossa atenção para os ensinamentos deixando de lado as "porradas" que elas davam na flor d'água. 
Depois de entender a técnica de "soltar" a linha na água e a fazer o "Roll Casting", passamos para o carregamento de linha no ar para darmos os primeiros arremessos em direção as Tilápias. Essa foi a hora mais complicada e muito tempo foi destinado a tentar mostrar a ela que a força não é o caminho para um bom arremesso e sim que temos que sentir o carregamento da linha e o tempo certo da vara para que possamos repor a linha no momento certo para o arremesso. Isso, acredito que somente o tempo e a prática vão ensinar ela a achar o tempo certo de cada coisa (linha e vara), ou mesmo um curso para nos ensinar técnicas ou termos para nos expressarmos melhor com relação aos erros e acertos.
Feito isso, horas passaram-se e demos início as capturas. Linha na água..


Aguardando o peixe..


Uma pose para a foto!


E o troféu! Missão cumprida! Após algumas perdas e "vacilos" nas fisgadas, fomos premiados com um excelente exemplar capturado por ela, provando que valeram a pena os investimentos e a paciência para torná-la uma futura parceira da pesca esportiva em viagens esporádicas feitas por mim e pela turma.


Fica aqui uma experiência vivida e a felicidade de um pescador que conseguiu trazer sua parceira para a pesca ao invés de distanciá-la como em muitos outros casos acabam acontecendo devido a desconfianças e  "mitos" dos quais acham que pescador é mentiroso e que nossas viagens são desculpas para farras e bagunças longe delas. Mulherada, nóis qué é pesca mesmo!!.. pois como diz um amigo e parceiro nosso aqui do Blog:

- "Eita vida Filh.. da Put.. de boa Caralh..!!!!

Abraços a todos e espero que tenham gostado da matéria.
Agradeço e ofereço essa matéria a minha namorada e futura esposa Eloá. Um beijo e obrigado por participar disso comigo. Te amo! 





quinta-feira, 8 de março de 2012

Campeonato de Pesca Fazenda Boa Vista

           
Campeonato Fazenda Boa Vista 2012


       Em sua quarta edição o campeonato de pesca Fazenda Boa vista foi surpreendente,  um exemplo de confraternização entre amigos e muita pesca esportiva.Este ano, contamos com muita sorte , pois, o tempo estava bom, clima agradável, recorde de peixes e de participantes.Estávamos em aproximadamente 35 pescadores e o que chamou a atenção foi a variedade de peixes capturados, tais como: pacu, tambaqui, tilápia,carpa, tucunaré, curimba e  pintado e matrinxãs.

         Saímos de São paulo as 6 horas da manha em um micro ônibus e mais três carros rumo a cidade de Aguaí , município situado na sp -340 perto do grandioso rio Mogi -Guaçu. Durante a viagem, o clima era de muita ansiedade e expectativa e eu (Diogo), como era fiscal de prova, comuniquei a todos as regras da competição para torna-la mais justa, competitiva e de menor danos aos peixes. A viagem durou 3 horas e logo depois de um rápido café da manha em Mogi Guaçu, chegamos na Fazenda Boa Vista.
      
         O regulamento do campeonato era definido pelo campeão pegando a maior quantidade de peso,o vice campeão pegando o maior exemplar e o terceiro colocado a segunda ou terceira(isso se o campeão pegar o maior exemplar) maior quantidade de peso. Era proibido o uso de farpas nos anzóis e o uso de mais de três varas.O campeonato foi disputado das 9 as 12:30 com uma pausa para almoço e depois das 14:30 as 16:30.

          Logo na Chegada, fomos recepcionados pelo toninho( administrador da fazenda) que mesmo sendo cedo (9 Horas) já estava com cerveja bem gelada e a churrasqueira acesa e carne no fogo.Depois de cumprimentos e saudações, avistei o lago e era possível perceber muitos peixes batendo na superfície, o que aguçava ainda mais a ansiedade dos pescadores.Fomos até o lago e depois de 10 minutos já iniciei a prova sendo eu( Diogo ) , Dag e André os fiscais de Prova.
      
      Logo em 5 minutos de prova meu primo  Mauro Celso já abriu o placar com uma das mais belas matrinxãs que  já vi, brigou e nos proporcionou um belo salto.

Matrinxã de 3,6 kg




Muitos peixes pescados, pesados e devolvidos nos deram a alegria da parte da manha de pescaria, a disputa estava acirrada com os pescadores Mauro e Salomão que pescou um belo Pacu de 5,4kg.Salomão sempre usando manga como isca.



Pai e Filho sempre comparecendo nos campeonatos.Bela Cachara!






as tilápias também compareceram !









Júlio (padre) com o seu belo exemplar!


Caio achou um cardume de tilápias!

Luccas fisgou esse Tambacú com plug de meia agua. O peixe procurou logo a galhada que dificultou a captura.Ele foi o único pescador que conseguiu fisgar com iscas artificiais.Valeu luquinha!

André com uma isca natural( tilapinha) conseguiu fisgar o grande rei do lago. Incrível tucunaré de 2kg que nos proporcionou um belo salto.



       Depois dessa manha emocionante e repleta de surpresas, fizemos uma pausa para o churrasco onde interrompeu o sentimento de tensão e concentração da competição e deu espaço à descontração, diversão, muito bate papo e musica ao vivo.


Sergio e família.





Separados na maternidade!  rsrsr



      Depois de uma pausa de 2 horas para o almoço, demos inicio a segunda parte da competição que se estendeu até as 17 horas. Paralelamente começou um campeonato de truco que  empolgou a galera que desistiu de continuar seus pinchos.
      Robson chegou atrasado e participou da etapa final do campeonato, trouxe consigo uma isca que foi infalível na reta final: Minhocoçu.Com um pouco mais de três unidades conseguiu fisgar 3 pacus que lhe garantiu o pareo nos minutos finais da competição, tornando o campeonato emocionante e cheio de expectativa para o anuncio final.





      Depois recolhida todas as tralhas, nos reunimos no barracão para a divulgação da classificação e entrega dos premios. Cada pescador premiado recebia além do troféu um chinelo personalizado do campeonato com a arte de um tucunaré cedido pelo nosso amigo Diovequio.
       O campeonato foi muito acirrado e foi decidido por gramas, anunciado da seguinte forma:

        - Primeiro colocado : Salomão Alves com 10,600kg (e o maior exemplar 5,400kg )
        - Segundo colocado : Robson Pizzi   com  10,200 Kg
        - Terceiro colocado :  Mauro Celso  com   9,620 kg





Diogo e Mauro (terceiro colocado)
Robson (segundo colocado)
O grande campeão Salomão ( Sambari Love)



Salomão, Alvaro e Diovequeo


     
Os campeões do truco Isaias, toninho, Donizete



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Video do tucunaré atacando o Jig do David (trairinha)


     Quero agradecer a todos os participantes que tornaram o evento um sucesso, agradeço ao Sr Alvaro e todos os organizadores que se dedicaram na preparação da festa e nos concederam a fazenda e agradeço a todo o grupo Trairão top Team que provou mais uma vez que o peixe é secundario, e o principal é a união e confraternização dessa turma de amigos.Espero a continuação desse evento com a  mesma intensidade que foi este ano.Deixo o meu recado:

PESQUE & SOLTE SEMPRE

 Diogo Pimentel